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Em 2012, a Universidade de Harvard noticiou que cerca de 125 de seus alunos estavam sendo investigados por suspeita de plágio em uma aula de Ciências Políticas, Introdução ao Congresso. Quando os casos foram investigados e confirmados, cerca de 70 alunos foram convidados a deixar a instituição.

A história chamou muita atenção do público, não apenas porque era um escândalo de integridade acadêmica significativo em uma das escolas mais prestigiadas do mundo, mas também era um raro momento em que o mundo pode acompanhar um caso de fiscalização da integridade acadêmica, que muitas vezes acontece reservadamente.

Infelizmente, a tendência das universidades nem sempre é de ser aberta e transparente sobre seus problemas com o plágio. Por muitas razões, as instituições são tentadas a subnotificar ou ocultar incidentes de plágio.

Seja para proteger a escola, o aluno ou simplesmente evitar a dor de cabeça que pode causar ao lidar com esses incidentes. A tentação de não denunciar totalmente as violações da integridade acadêmica está quase sempre presente.

Para esse fim, leia cinco razões pelas quais as escolas podem sub-relatar o plágio, e por que elas não deveriam fazê-lo.

Razão 1: Proteger a instituição

O plágio é, em geral, visto como algo negativo, devido ao dano que pode causar à reputação da escola.

Porém, detectar mais plágio não necessariamente significa um aumento real nos casos de plágio. Muitas vezes, essas mudanças são atribuídas, em parte ou no todo, a um sistema de detectação mais robusto.

Ainda assim, a percepção de ser uma escola com problemas de plágio pode motivar os professores e as instituições a manterem essas estatísticas ocultas ou evitarem denunciar oficialmente os alunos que realmente o fazem.

Mas isso é desnecessário porque o plágio acontece em todos os lugares. Como mostra o caso de Harvard, o que fere a reputação de uma escola não é o plágio, mas, sim, gerenciar a situação de uma forma não profissional. É muito mais importante ter a reputação de uma instituição que encara o plágio com seriedade, do que a ilusão de ser uma instituição em que o plágio nunca ocorre.

Razão 2: Proteger o aluno

Outra razão pela qual os professores e administradores podem não relatar um caso de plágio é proteger o aluno envolvido. Esse tipo de caso normalmente acontece quando se acredita que este seja o primeiro caso de plágio do aluno ou quando houve outras circunstâncias atenuadoras.

A lógica é, se o aluno puder evitar a entrada em um processo formal de investigação de plágio, não será encarado como uma punição severa e receberá uma segunda chance.

No entanto, isso não atende às necessidades do aluno a longo prazo. Em um mundo ideal, o sistema de integridade acadêmica não seria apenas punir os alunos que violam o código de honra, mas sim ajudar os alunos em necessidade.

Além disso, sem que seja feito um relatório sobre o plágio, não há como ter certeza de que é o primeiro problema do aluno. Em vez de dar ao aluno uma segunda chance, eles podem estar possibilitando uma quinta ou sexta violação.

Sem relatar o plágio, os alunos não podem obter a ajuda de que precisam e não haverá registro de quão sério o problema pode ser.

A questão aqui é que a integridade acadêmica deve ser sobre ajudar os alunos a ter sucesso, não forçando-os a falhar.

Razão 3: para evitar a dor de cabeça

Instrutores e administradores freqüentemente temem a dor de cabeça que pode vir com um relato de plágio. O processo de lidar com esses casos pode ser longo e sinuoso, geralmente levando meses para ser concluído. Isso pode tornar muito tentador lidar com esses casos “fora dos livros”.

A academia está repleta de histórias de estudantes que cometem violações da integridade acadêmica, mas protestam e lutam contra o caso, não importa quão claras sejam as provas, e que arrastam as coisas por semanas ou meses. Isso consome muito tempo para administradores e professores.

Pode ser muito tentador evitar a dor de cabeça, não relatar o plágio e lidar com as coisas em silêncio. No entanto, como discutimos acima, isso não ajuda o aluno ou a escola. A escola precisa dos dados e o aluno pode ter necessidades que não podem ser atendidas apenas refazendo a tarefa.

Em vez disso, as escolas devem se concentrar em simplificar o processo de integridade acadêmica para que, enquanto o processo ainda é justo para todas as partes, não sobrecarregue os dois lados.

Razão 4: preservar o financiamento

As escolas muitas vezes acabam recebendo seu financiamento de uma variedade de fontes e, às vezes, o financiamento pressiona as escolas a manter um GPA global específico, a taxa de graduação ou outro barômetro relacionado ao sucesso do aluno. Casos de integridade acadêmica podem danificar esses números.

Isso pode ser sentido especialmente nas escolas públicas, onde várias fontes de financiamento estão ligadas ao desempenho dos alunos. Isto levou a histórias de escolas não apenas ignorando a trapaça, mas encorajando-a.

A questão aqui é que a integridade acadêmica deve ser sobre ajudar os alunos a ter sucesso, não forçando-os a falhar. Expulsão, por exemplo, é um recurso muito raramente usado em casos de plágio. A ênfase é e deve estar em ajudar o aluno a mudar as coisas.

Razão 5: falta de conhecimento

Em uma pesquisa apresentada por Darrin Nelson, da Universidade Aeronáutica Embry-Riddle, na conferência de 2019 do Centro Internacional para a Integridade Acadêmica, apenas ⅓ dos professores entrevistados sabiam onde estavam os formulários para relatar violações de integridade acadêmica.

Esse é um padrão que vemos repetidas vezes, conforme a análise mostra que uma pequena porcentagem de instrutores compõe a parte do leão do relatório. Por exemplo, na Universidade Estadual de Fresno, apenas 10% apresentaram um relatório depois de pegar uma violação de integridade acadêmica.

Tornar os educadores conscientes do processo de integridade acadêmica, como isso começa e o que isso implica é o primeiro passo para melhorar os relatórios.

Conclusões

Quando se trata de integridade acadêmica, em particular plágio, há muitas razões que tentam professores, administradores e escolas a subnotificar infrações. No entanto, isso não serve nem para a escola nem para os alunos.

Isso não só prejudica os estudantes honestos que estão fazendo o seu trabalho da maneira correta, mas também rouba os alunos cometendo as infrações de uma chance de aprender, crescer e melhorar. Ninguém vence.

As escolas precisam garantir que seus instrutores saibam quando e como denunciar violações de integridade acadêmica e que as questões sejam seguidas rapidamente. Não importa o quão tentador seja manter tais incidentes sem registro, esse registro é muito importante para todos os envolvidos.


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